Sábado, 27 de Outubro de 2007

Luzente Brilho Dos Amantes

 

 

Envolve a luminosidade

Ténue os sentidos desperta

Chama profunda de intensidade

O louco odor da paixão liberta

 

Recôndito refúgio aconchegado

Arde lenta subtil sugestiva

Brilha no escuro e incentiva

O momento tão desejado

 

As palavras sussurradas

Embaladas em puro prazer

Entre as sombras descaradas

Que a suave luz deixa ver

 

Lamparina Vela Candeia

Luzente brilho dos amantes

Companheira de tantos instantes

Sumida a noite clareia

 

Une no iluminar os desejos

O dócil roçar em sofreguidão

Sabor a mel nos delicados beijos

Guardiã dos segredos da paixão

  

 

Editado por Barão Van Blogh .

 


Publicado por @s às 17:49
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73 comentários:
De Maria Papoila a 27 de Outubro de 2007 às 18:15
Barão:
Um poema lindíssimo. Ai a meia luz das velas e o amor... Lindo!
Beijos


De entre linhas a 27 de Outubro de 2007 às 20:16
A profunda chama da paixão, os sentidos despertam como raios de luz trespassados por uma força transcente.
Bom fim de semana
Bjs Zita


De Erika a 28 de Outubro de 2007 às 01:12
Chama que ilumina e consome.

Beijos e ótimo domingo


De maria m. a 28 de Outubro de 2007 às 09:33
«Lamparina Vela Candeia»
luz cúmplice testemunha
de tantos os momentos de paixão


De murmúrios a 28 de Outubro de 2007 às 10:18
A chama da paixão ilumina qualquer coração...

Doce beijo Van e um bom domingo


De Yes, Master a 28 de Outubro de 2007 às 12:00
Um ano passou. Depois de uma pausa, mais ou menos esclarecedora, decidi regressar.
Não haverá, passado este tempo, menos pessoas sem alimento. Nem haverá menos pessoas sem condições mínimas de existência. O que parece existir, agora, é uma condição de acção necessária e urgente. Um imperativo moral, humano. Uma escolha que faço, como todos os colegas da blogosfera, e que serve, cada vez mais, para lembrar algo de essencial a todos nós, seres humanos: a nossa liberdade de expressão. E, hoje, passado tempo, para muitos tempo maior que para nós, é humano libertar a expressão e criticar. E quando digo criticar, digo lembrar alguém que tosse enquanto adormece, porque nada teve para comer. Como digo manifestar opinião sobre o caminho que se caminha, sobre a sua direcção, ou sobre os caminhos mais pequenos que ele atravessa.
Um ano passou, e muitos mais que nós sentiram cem anos passar. Sem esperança. Conformadas. Isoladas. Sem voz. Outros mais sentiram um ano passar depressa demais. Satisfeitas. Extasiadas. Desejosas de anos semelhantes.
Pois, eu pergunto: E nós, como eu? Como passamos?
Por mim, passei no meio. Senti dias de satisfação, de esperança garantida Mas outros dias senti um nó no estômago. E grande. Senti que algo está cada vez pior. Percebi que o Mundo se encontra negro, por debaixo do nosso peito. E que a nossa realidade, a da satisfação, é, porventura, a mais pequena de todas as realidades hoje constatadas.

Portanto, decidi regressar. Porque não tinha mais estômago para aguentar tanto nó. Porque percebi que existe um imperativo moral novo, que nós, os livre-pensadores, devemos seguir e manifestar, alargar e fomentar, e que, apesar de os dias que correm se passarem num imenso corredor escuro, onde por mais que se grite, ninguém nos ouve, não devemos nunca deixar de o fazer. A fazê-lo, esquece-se o que nos faz ser: a humanidade.

Neste caminho novo, seguirei acompanhado. Como nova forma de me manifestar, juntei outras vozes à minha voz, e juntas publicaremos diariamente, neste blog, a expressão do nosso imperativo moral.


Por todos aqueles que não podem criticar.


De Moura ao Luar a 28 de Outubro de 2007 às 12:19
Beijos suados de prazer


De elsa nyny a 28 de Outubro de 2007 às 14:42
eU DEIXEI-ME EMBALAR PELO SUSSURRO ELOQUENTE DAS TUAS PALAVRAS!!
eSTÁ lINDO, lINDO!!!

BEIJINHOS|!!!!!


De AnaG a 28 de Outubro de 2007 às 20:02
Lindo...
:)

Bom início de semana.
Beijitos


De Paula Raposo a 28 de Outubro de 2007 às 20:21
Um poema lindo com o brilho da luz da paixão amante...


De Catarina a 28 de Outubro de 2007 às 20:54
A bela da paixão!


Beijinhos*


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